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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

CLASSE C: a nova classe média!

Com a transformação que a economia do país vem sofrendo nos últimos anos, o poder aquisitivo das pessoas aumentou e junto com ele seus gostos e preferencias. O mercado que antes estava acostumado à um público em geral das classes A e B, teve que reorganizar seu modo de agir para atender a demanda da nova classe média (classe C) que tomou conta de todos os espaços com o seu olhar muito mais crítico.

Esta semana o Jornal da Record, na rede Record, está exibindo uma série de reportagens sobre essa nova classe e o modo todo especial que ela possui de consumir novos mercados.

Estou colocando os links das reportagens que podem ser vistas no site r7.com. É uma série muito interessante que vale a pena ser vista!

Dia 03/09: Jornal da Record vai investigar os hábitos de consumo da nova classe média

Dia 06/09: Saiba quais foram as mudanças sofridas pela classe média brasileira

Dia 07/09: Nova classe média realiza sonho de viajar e ter a casa própria

Dia 08/09: Veja como se diverte a nova classe média

Dia 09/09: Nova classe média brasileira é comandada por mulheres

Dia 10/09: Pequenos produtores rurais ascendem à nova classe média e mudam de vida

Dia 11/09: Brasileiros da “nova classe média” conseguem realizar os seus sonhos

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terça-feira, 27 de julho de 2010

Não trabalha no que gosta?? Desenvolva suas habilidades!


Especialistas em Recursos Humanos e Gestão Pessoal salientam que o ideal para o profissional é buscar fazer atividades com que mais se identifique. Geralmente, pessoas que trabalham com aquilo que gostam e possuem as competências comportamentais exigidas pela profissão, são mais bem-sucedidas em relação aqueles que desempenham uma atividade que não apreciam. Ou seja, quem faz o que gosta tem mais chances de alcançar o sucesso profissional.

Mas, nem sempre é possível trabalhar exatamente na função de interesse ou no cargo que possui mais desenvoltura. Aliás, muitos profissionais passam por essa situação. Seja devido a uma adaptação na empresa ou por falta de oportunidades nas áreas de interesse, ou, na maioria das vezes, pela necessidade financeira atual do profissional.

Mas, mesmo sem estar na profissão em que mais se identifica, o trabalhador tanto pode quanto deve buscar uma melhor relação com sua atividade desempenhada. De acordo com o consultor Edson Rodriguez, vice-presidente da Thomas Brasil, empresa especializada em recrutamento e gestão de pessoas, cada profissional deve buscar desenvolver algumas competências comportamentais básicas relacionadas com o cargo atual.

"Cada ser humano se comporta de uma maneira, no entanto é possivel mudar, evoluir e se adaptar à situação. No caso de desenvolver competências, trata-se de mudanças estrategicamente pensadas. O primeiro passo para se desenvolver uma competência é ter a consciência dos seus pontos fracos, das suas limitações, e para isso é necessário autoconhecimento",explica Rodriguez.

O consultor relata que se torna necessário trabalhar essas competências comportamentais ligadas à função desempenhada, e mostra um exemplo. "Pelo menos 80% dos vendedores bem sucedidos têm os seguintes componentes no seu perfil: dinamismo, foco em objetivos e resultados, persuasão e empatia, além de mobilidade e flexibilidade. Portanto, caso o profissional trabalhe com vendas e não tenha essas competências comportamentais básicas, é preciso desenvolvê-las para alcançar bons resultados".

Adaptação e não ter medo de aprender novos conhecimentos são as duas palavras chaves para os profissionais buscarem os melhores resultados quando não estão exatamente exercendo sua função de ofício.

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terça-feira, 6 de julho de 2010

Quais são os seus hobbies? Saiba o que os recrutadores avaliam com esta pergunta.

Por Gladys Ferraz Magalhães, InfoMoney

Quem já participou de uma entrevista de emprego sabe que não raro são feitas as perguntas: “Quais são os seus hobbies?” ou “O que você gosta de fazer nas horas vagas?”. Nesta hora, apesar da simplicidade da questão, muita gente se atrapalha e fica na dúvida sobre qual a intenção do recrutador ao fazer o questionamento.

De acordo com a gerente de projetos da Foco Talentos, Fábia Cristina Barros, este tipo de pergunta serve para dar evidências comportamentais sobre o candidato, fazendo com que o recrutador saiba como ele funciona socialmente.

Já a consultora de recrutamento e seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Cláudia Callé, lembra que o recrutador também pode questionar sobre situações passadas para obter as mesmas informações.

“Para saber mais sobre as características comportamentais do candidato, o recrutador também pode pedir para que ele descreva situações passadas, como por exemplo uma situação em que a pessoa teve de exercer a liderança”, explica Cláudia.

Sinceridade
Independentemente se a pergunta for direta ou não, as duas especialistas lembram que o candidato sempre deve ser sincero nas suas respostas.

“Muita gente tenta adequar as respostas, de acordo com o que elas acreditam que o recrutador queira ouvir.

Entretanto, isso é um erro, pois em outras etapas do processo o candidato pode se contradizer e assim irá diminuir suas chances de conquistar a vaga. Além disso, o profissional nunca sabe o que o recrutador está precisando”, diz Fábia.

Abaixo alguns hobbies listados por Fábia e o que eles podem passar para o recrutador.

Futebol: facilidade para trabalhar em equipe e liderança;
Quebra-cabeças: facilidade de concentração e alto poder analítico;
Plantas: sensibilidade, paciência e determinação;
Maratona: determinação, superação e disciplina;
Leitura: alto poder de concentração;
Cinema: alto poder de análise;
Pintura: facilidade de concentração e apego aos detalhes;
Fotografia: sensibilidade e visão analítica.

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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Como Fazer um plano de negócios?

postado por Debora Carrari - 27/06/10 às 22:05

Elaborar um plano de negócios deve ser uma das primeiras iniciativas de quem quer abrir o próprio negócio. A falta de experiência, no entanto, faz dessa tarefa um pesadelo para muitos empreendedores. O plano deve ser um manual de instruções da empresa com todas as informações sobre a sua missão, objetivos, regras e procedimentos operacionais, funcionamento, plano de marketing e plano financeiro. O blog sobre empreendedorismo Pensando Grande, da Microsoft, reuniu algumas dicas para a elaboração de um plano de negócios.

Passo-a- passo
O primeiro passo é listar quais são os pontos fortes e fracos da empresa. Isso inclui a missão geral do empreendimento, que produtos ou serviços oferecem e qual seu diferencial, além de sua situação financeira atual.

Na etapa seguinte é quando se inicia o planejamento estratégico. Nele, você vai definir qual o rumo que sua empresa deve tomar, quais são suas metas e qual sua visão. O planejamento estratégico deve servir de base para todas as ações que envolvem o funcionamento do negócio, as estratégias de vendas e marketing, levando em conta o mercado e a concorrência.

Também precisa estar presente no plano de negócios uma descrição detalhada da empresa, com sua história, razão social, estrutura organizacional, lista dos parcerios, atuais clientes e fornecedores.

Separadamente, faça um capítulo dedicado exclusivamente aos produtos e serviços que a empresa oferece, como são produzidos, se há alguma pesquisa em desenvolvimento sobre eles e quais os clientes mais importantes.

Por último, mas não menos importante, está o plano financeiro. Ele deve conter em números todas as ações que estão planejadas para sua empresa, além das projeções futuras de quanto capital será necessário para cada ação – algo que se calcula com a ajuda do fluxo de caixa, que deve ser projetado com horizonte de três anos.

Além disso, deve constar no plano financeiro o balanço, ponto de equilíbrio, necessidades de investimento, lucratividade prevista e prazo de retorno sobre investimentos.

Para saber mais sobre como fazer um plano de negócios, acesse a cartilha do Sebrae Como elaborar um plano de negócios.

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